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27 de março de 2026

Genotipagem para HPV: Para que serve e como é feito o exame?

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O HPV (Papilomavírus Humano) é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Embora na maioria dos casos seja assintomático e desapareça espontaneamente, certos tipos do vírus estão associados a lesões pré-cancerosas e ao desenvolvimento de cânceres, como o de colo de útero.

Nesse contexto, o exame de genotipagem para HPV é uma ferramenta importante na triagem e no monitoramento clínico. Ele permite identificar com precisão os tipos virais de alto risco oncogênico, ajudando médicos e pacientes a tomarem decisões mais assertivas.

Aqui, você vai entender como o exame funciona, suas indicações, benefícios e por que realizá-lo com o apoio do Lab-to-Lab Pardini pode ser a melhor escolha para o seu laboratório.

icon-l2l-pardini O que é Genotipagem para HPV?

A genotipagem para HPV é um exame laboratorial de biologia molecular que detecta e diferencia os diversos tipos do papilomavírus humano presentes em uma amostra clínica.

Existem mais de 200 genótipos conhecidos de HPV, mas cerca de 14 são considerados de alto risco, com maior potencial de provocar lesões precursoras e câncer, principalmente o HPV 16 e 18, que respondem por cerca de 70% dos casos de câncer de colo de útero.

🔸 Para que serve o exame de Genotipagem para HPV?

O exame é utilizado principalmente para:

  • Identificar a presença do HPV em mulheres e homens;
  • Diferenciar tipos de baixo e alto risco oncogênico;
  • Acompanhar pacientes com lesões cervicais ou histórico de infecção pelo vírus;
  • Complementar o rastreamento feito pelo Papanicolau, trazendo maior precisão à conduta clínica.

Ele também é indicado como acompanhamento em casos de resultados inconclusivos no papanicolau ou para determinar se a infecção persiste após tratamento.

icon-l2l-pardini Como é feito o Exame de Genotipagem para HPV?

O exame de genotipagem para HPV é realizado por meio de técnicas de biologia molecular, como a PCR em tempo real (RT-PCR), permitindo identificar com precisão quais genótipos do vírus estão presentes na amostra. Confira abaixo o passo a passo do processo:

  • Coleta da amostra clínica: a primeira etapa é a coleta do material biológico;
  • Armazenamento e transporte da amostra: após a coleta, a amostra deve ser armazenada em meio apropriado e transportada sob condições controladas, garantindo a integridade do DNA viral até o processamento no laboratório;
  • Extração do DNA: no laboratório, a amostra passa por um processo de extração do DNA, onde o material genético viral é isolado a partir das células presentes na secreção ou tecido coletado.
  • Amplificação do DNA por PCR em tempo real (RT-PCR): utilizando reagentes e primers específicos para os genótipos do HPV, a técnica de RT-PCR amplifica o DNA viral presente na amostra, permitindo a detecção mesmo de pequenas quantidades do vírus;
  • Identificação dos genótipos virais: o sistema analítico diferencia os diversos tipos de HPV presentes;
  • Emissão do laudo técnico: após a análise, o resultado é documentado em um laudo técnico, com informações claras para o profissional solicitante. O relatório pode ser integrado ao prontuário do paciente, facilitando a definição de conduta clínica.

Esse método é essencial para diferenciar infecções por HPV de baixo risco, geralmente ligadas a verrugas genitais, e HPV de alto risco oncogênico, associado a lesões pré-cancerosas e câncer de colo de útero.

Com o apoio do Lab-to-Lab Pardini, laboratórios parceiros recebem kits padronizados para coleta, protocolos técnicos atualizados e suporte especializado para todo o processo, garantindo precisão, segurança e agilidade nos resultados.

🔸 Quais são os tipos de amostra usados para o exame?

A escolha da amostra depende do público-alvo, da via de transmissão considerada e da região anatômica a ser avaliada. Os principais tipos são:

  • Escovado cervical (colo do útero): é a amostra mais utilizada em mulheres, por ser a região de maior incidência das infecções oncogênicas. A coleta é feita com espátula e escova endocervical, durante o exame ginecológico, de forma semelhante ao Papanicolau;
  • Urina de primeiro jato: é uma alternativa não invasiva para triagem em homens ou mulheres, especialmente em contextos de rastreamento populacional. Deve-se utilizar o primeiro jato da urina do dia, que concentra maior quantidade de DNA viral eliminado;
  • Secreção genital: indicada em casos com lesões visíveis ou suspeitas em vulva, vagina, pênis ou região anal. A coleta pode ser feita com swab estéril;
  • Fragmentos de biópsia: em casos com lesões suspeitas ou confirmadas, é possível realizar a genotipagem diretamente no material histológico, ampliando a compreensão do caso;
  • Outros materiais possíveis: dependendo do objetivo clínico, também é possível realizar a análise em amostras de mucosa oral, anal ou peniana.

A padronização da coleta e o correto armazenamento da amostra são fundamentais para garantir a precisão e a confiabilidade dos resultados. O Lab-to-Lab Pardini fornece todas as orientações técnicas necessárias aos seus parceiros.

🔸 Há algum preparo prévio?

Na maioria dos casos, o exame não exige preparo complexo, mas algumas recomendações são importantes para assegurar a qualidade da amostra.

Para as mulheres:

  • Evitar relações sexuais nas 48 horas anteriores à coleta;
  • Não utilizar duchas vaginais, cremes, espermicidas ou medicamentos tópicos por dois dias antes do exame;
  • Realizar a coleta fora do período menstrual (preferencialmente na fase folicular do ciclo);
  • Em casos de infecção ativa ou sangramento, o exame pode ser reagendado.

Para coleta de urina:

  • Usar preferencialmente a primeira urina da manhã, ou garantir ao menos 3 a 4 horas sem micção prévia;
  • Coletar o primeiro jato, que carrega maior concentração de células epiteliais com DNA viral.

Para secreções ou biópsias:

  • O profissional responsável pela coleta deve seguir os protocolos específicos para cada tipo de amostra, respeitando critérios de assepsia e conservação.

Esses cuidados garantem maior concentração de DNA viral na amostra e reduzem o risco de falso-negativos ou de contaminação.

icon-l2l-pardini Quando é recomendado realizar o exame de Genotipagem de HPV?

A genotipagem para HPV pode ser solicitada em diversas situações clínicas. As principais indicações são:

  • Mulheres com 30 anos ou mais, como complemento ao exame de Papanicolau;
  • Pacientes com resultados alterados ou inconclusivos nos exames citopatológicos;
  • Após tratamento de lesões HPV-induzidas, para verificar eliminação do vírus;
  • Homens com suspeita clínica ou parceiras infectadas;
  • Triagem em programas de prevenção do câncer de colo de útero.

Esse exame não substitui o Papanicolau, mas atua de forma complementar e mais específica, especialmente na definição da conduta médica.

icon-l2l-pardini Quais são os principais diferenciais e benefícios do Exame de Genotipagem para HPV do L2L Pardini?

O apoio do Lab-to-Lab Pardini para oferecer o exame de genotipagem traz diferenciais estratégicos para o seu laboratório:

  • Tecnologia de ponta em biologia molecular, com uso de RT-PCR validado;
  • Capacidade de detectar mais de 30 tipos de HPV, com diferenciação entre alto e baixo risco;
  • Alta sensibilidade e especificidade, com resultados confiáveis para a conduta clínica;
  • Entrega de laudos com clareza e agilidade, facilitando a jornada do paciente;
  • Suporte técnico e médico para dúvidas ou casos específicos;
  • Coleta padronizada e protocolos validados, garantindo qualidade desde o início do processo.

Além disso, o exame pode ser integrado a painéis personalizados de biologia molecular, adaptados à realidade clínica de cada parceiro.

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Mais do que uma solução laboratorial, o Lab-to-Lab Pardini é um parceiro estratégico para clínicas e laboratórios que desejam evoluir, oferecer mais exames e conquistar mais pacientes com qualidade e segurança.

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